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Praça do Marquês de Pombal

Julho
Quinta-Feira
01
17:00
Workshop
1 - 10 JUL
M/6

Praça do Marquês de Pombal

COMO CHEGAR

METRO

Marquês

STCP

10 , 1002 , 203 , 302 , 603 , 806

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De maio A dezembro 2021

Entrada Gratuita

ARK PORTO - ESCOLA DOS CONFINS E DE NENHURES
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A cidade é um constante work in progress que nos seus processos vai criando novos espaços, gerando também fronteiras, barreiras e outras formas de invisibilidade. Como podemos acompanhar os processos contínuos de transformação? O que escondem e o que deles deve ser revelado? Quem conhece e quem pode expor as várias fronteiras invisíveis? Podemos conceber novas formas de pensar, estar e construir juntos?


A ARK PORTO é uma escola – Escola dos Confins e de Nenhures – entendida enquanto enquanto local de transmissão de conhecimentos e situada no centro de uma praça, no cruzamento de diferentes freguesias, comunidades e percursos da cidade.

Diferentes coletivos, associações e grupos de artistas e pensadores da cidade foram convidados a juntar-se ao processo de construção desta escola, enquanto plataforma de análise e reflexão sobre o contexto sociocultural da cidade do Porto.


ARK PORTO Escola dos Confins e de Nenhures desdobra-se numa exposição e num programa de atividades de exploração e ativação de novas cartografias, tanto no papel impresso, como em conferências, oficinas e caminhadas sobre as realidades que se revelam.   


Lotação (por oficina) limitada a 18 participantes.
Todas as atividades são gratuitas, mediante inscrição prévia e indicação das oficinas pretendidas: paralelo.tmp@agoraporto.pt.


PROGRAMA

1 – 9 julho / 10.30h – 12.30h (exceto dia 4)
Exposição ARK PORTO Escola dos Confins e de Nenhures
Entrada gratuita


1 julho / 17.00h – 18.30h 
Conferência Cartografia
com Jorge Ricardo Pinto
Professor e investigador nas áreas da história, do património, da geografia e do turismo, que questiona o conceito de cartografia, a sua evolução histórica e o papel dos mapas na sociedade.

2 julho / 14.30h – 17.30h 

Oficina a partir do mapa Interrupções na Freguesia de Campanhã
com Visões Úteis
Projeto artístico, de origem teatral, atualmente residente em Campanhã, que parte da sua relação e trabalho com a freguesia para revelar as interrupções físicas que só se descobrem no confronto com o território, relacionando o conceito de “fronteira invisível” na cidade com a vivência na linha da fronteira nacional.


3 julho / 14.30h – 18.30h 

Oficina a partir de Mapa de Despojos
com o coletivo Pedra no Rim
Coletivo da freguesia de Bonfim, no Porto, que questiona as noções de belo, grotesco, a morte e “espuma dos dias”, através da construção artesanal de objetos em cerâmica, convida-nos a descobrir, pela manipulação e pela deambulação, despojos de violência, crueldade, abandono e morte na cidade.


5 julho / 14.30h – 18.30h 

Oficina a partir do mapa Questionamentos Brasileiros
com CRL – Central Elétrica
Centro de criação transdisciplinar com direção artística de André Braga e Cláudia Figueiredo, vai partilhar connosco o processo criativo de Travessia, um projeto de Pedro Vilela que se debruça sobre a comunidade imigrante brasileira a residir na cidade: há um Brasil que quer fazer perguntas a Portugal.


6 julho / 14.30h – 18.30h 

Oficina a partir do Mapa  Sahari-Rozeh-Iftar: Comunidade Islâmica do Porto
com Rebecca e Yasmine Moradalizadeh
Irmãs e artistas plásticas luso-iranianas propõem compreender e dar a conhecer estas presenças islâmicas a partir dos seus focos de convivência e interatividade social no panorama urbano do Porto e, de forma sensorial e gastronómica, apelar para alguns dos costumes muçulmanos, promovendo uma maior interação extracomunitária para que se quebrem e desmistifiquem certos pré-conceitos...


7 julho / 14.30h – 18.30h 

Oficina a partir de Mapeando Caminhos Descoloniais
com InterStruct Collective
Plataforma fundada em 2018 com o propósito de possibilitar que pessoas de diferentes origens culturais possam colaborar, propor intervenções e encenar projetos artísticos, revisitam a Primeira Exposição Colonial Portuguesa (1934) e o seu legado numa oficina assente em métodos horizontais e colaborativa.

8 julho / 14.30h – 16.30h 

Oficina a partir do mapa Esferas Relacionais em Lugares Públicos
com Curbes: grupo experimental de trabalho da ESAP
Constituído por seis estudantes da primeira edição da Pós-Graduação em Curadoria, Cultura Urbana e Práticas Espaciais da ESAP, propõe uma reflexão sobre os encontros das esferas individuais, entre os que utilizam o espaço público, abordando a ideia de fronteira invisível associada às dimensões da geografia comportamental, esfera pessoal e processos de sociabilização durante e após os confinamentos.


9 julho / 14.30h – 18.30h 

Oficina a partir de RÁDIO-MAPA COMUNA: O caçador de ondas
com Rodrigo Paglieri
Professor e artista-investigador oriundo de Santiago do Chile e residente no Porto desde setembro de 2019, propõe uma caminhada pelo Porto para captar os sons da cidade, abrindo a possibilidade de uma transmissão destes via antena de uma rádio comunitária em FM.


10 julho / 10.30h – 18.30h 

Oficina a partir do mapa ToxiCidade: Hiperplanos cartográficos do ar e do corpo
com Inês Tartaruga Água
Artista multidisciplinar, centrada nas questões da ecologia profunda e da biopolítica, exploradora sonora e adepta da filosofia DIY e de práticas colaborativas e participativas em espaço público, conduz-nos na construção individual de um leitor de poluição sónico.

Conceito Original e Direção Artística

(ARK) Quarantine

Co-curadoria do Projeto Local

Joclécio Azevedo

Inês Moreira

Produção

Teatro Municipal do Porto em parceria com o Cultura em Expansão


MOVING BORDERS é um projeto que envolve sete instituições culturais europeias: Teatro Municipal do Porto, Hellerau European Centre of the Arts (Dresden, Alemanha), Le Maillon (Estrasburgo, França), Ringlokschuppen (Mülheim an der Ruhr, Alemanha), Spring Performing Arts Festival (Utrecht, Países Baixos), Performing Arts Institute (Varsóvia, Polónia) e Onassis Cultural Centre (Atenas, Grécia)


MOVING BORDERS é cofinanciado pelo programa Creative Europe da União Europeia.

José Caldeira